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Conheça os 6 principais riscos envolvidos na movimentação de cargas

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Conheça os 6 principais riscos envolvidos na movimentação de cargas

Conheça os 6 principais riscos envolvidos na movimentação de cargas

Praticamente, nenhuma atividade está isenta de riscos. Para a logística, essa realidade não é diferente. A movimentação de cargas em rotas rodoviárias, que pressupõe o transporte de várias mercadorias por estradas, envolve obstáculos de diversas naturezas.

Por conta de imprevistos, acidentes ou até descuido dos motoristas e profissionais envolvidos, o trajeto de uma carga pode ser comprometido, causando consequências como prejuízos materiais para a empresa e atrasos nas entregas

A legislação define os requisitos básicos e obrigatórios para segurança no transporte de cargas, e cabe ao gestor de frotas respeitar as normas e também calcular riscos, a fim de minimizá-los e buscar soluções rápidas e eficientes para o caso de acontecerem.

São formas de gerenciar os riscos e evitar perdas para uma empresa:

  • adotar as melhores práticas de logística para as operações;
  • investir em tecnologia;
  • utilizar controles informatizados;
  • adotar meios modernos de comunicação;
  • usar equipamentos de ponta. 

Assim, para conhecer melhor 6 dos principais riscos envolvidos na movimentação de cargas e saber como as transportadoras buscam evitá-los, acompanhe este post!

1. Imprevistos nas estradas

O mau tempo, estradas em péssimas condições e motoristas imprudentes nas vias sempre podem colocar a direção de um motorista de cargas em cheque, por mais habilidoso que ele seja.

Infelizmente, existem imprevistos que fogem do controle e das habilidades de um motorista. Sendo assim, é impossível eliminar todos os problemas que podem acontecer na estrada. Um caminho mais eficiente é reconhecer os riscos e tentar minimizá-los. 

Para se prevenir contra problemas nas estradas, o gestor de frotas deve planejar melhor as rotas, buscando se informar sobre caminhos em melhores condições. Vias esburacadas, muito perigosas ou sinuosas registram altos índices de acidentes, sendo melhor evitá-las sempre.

Em caso de intempéries com o clima, como uma chuva torrencial ou forte neblina, é sempre mais seguro que o motorista encontre um local para se abrigar e esperar o tempo melhorar.

Em situações como essas, o profissional deve poder se comunicar com a empresa — por meio de aplicativo ou sistema integrado —, para que ela recalcule o prazo de entrega ou justifique o eventual atraso com o cliente.

2. Problemas com sobrecarga

Mercadorias mal acomodadas em um veículo ou um excesso de carga em um carro que não suporta tal carregamento são frequentes causas de acidentes. 

Por conta dessa falha no acomodamento da carga, podem acontecer problemas como:

  • tombamento de veículo nas estradas;
  • danos em relação funcionamento do carro;
  • avarias com os produtos. 

Mais uma vez, o planejamento é fundamental para evitar problemas. Da mesma forma que um gestor precisa traçar boas rotas, ele deve avaliar as cargas que serão transportadas analisando:

  • seus destinos;
  • suas dimensões;
  • seu peso;
  • seu centro de gravidade;
  • suas extremidades ou protuberâncias (que podem ser danificadas ou afetar as outras mercadorias próximas);
  • suas condições de embalagem;
  • sua distância dos produtos no caminhão etc.

Ao mesmo tempo, o veículo envolvido na movimentação deve também ser avaliado e o gestor precisa estar certo de que tal carro tem condições de transportar a carga.

3. Falta de capacitação dos profissionais 

Muitos acidentes acontecem porque a equipe envolvida nem sempre possui os conhecimentos necessários e acabam tomando atitudes erradas, como acomodar mal a carga no veículo.

Bons motoristas estão sempre se reciclando e dominam as boas práticas de direção, independentemente do seu tempo de atuação na área. Simultaneamente, as empresas devem procurar contratar profissionais hábeis para a execução de serviços, além de investir em capacitação para sua equipe.

Todos os envolvidos nas operações logísticas são importantes e devem ter conhecimento sobre como funcionam os processos e equipamentos. 

O ideal é que a empresa estimule uma cultura de segurança e planejamento, exaltando o fato de que atividades não organizadas e improvisadas frequentemente geram falhas, e que medidas de prevenção valem muito para evitar acidentes e desastres. 

4. Descuidos ou comportamentos inadequados 

Muitas vezes, o funcionário é capacitado pela empresa, mas por uma distração ou negligência acaba causando um acidente. 

Situações de negligência na estrada são comuns, como motoristas dirigindo e falando ao celular ou consumindo bebidas alcoólicas. Lamentavelmente, acidentes por conta dessas causas são comuns e costumam ser fatais. 

Outra causa recorrente de acidentes é a falta de atenção dos motoristas, muitas vezes ocasionada pelo cansaço. A Lei 13.103/2015, conhecida como a Lei do Motorista, estabelece normas para disciplinar a jornada de trabalho deste profissional e os tempos de parada. Obrigando as empresas de transporte a planejar melhor viagens de médias e longas distâncias, para que o condutor não passe horas em demasia atrás do volante.

É importante orientar motoristas a:

  • cuidar da postura para que não tenham problemas com a saúde;
  • fazer pausas e intervalos em locais seguros;
  • dormir e se alimentar muito bem.

Para não perder a concentração na estrada, é essencial beber muita água e não ficar muito tempo sem se alimentar e depois comer demais.

Assim, transportadoras devem orientar motoristas a ter uma alimentação mais balanceada e levar consigo durante a viagem lanches — preferencialmente leves, como frutas e sanduíches — para comer entre as refeições. Afinal, reflexo e concentração são essenciais na direção. 

Já, quanto aos motoristas que não estejam cumprindo as normas de segurança estipuladas, a empresa pode adotar sistemas tecnológicos de monitoramento do comportamento do condutor. Por meio de câmeras, eles registram o que estiver acontecendo em tempo real. 

5. Frota sem manutenção 

Assim como a equipe, os veículos devem estar bem preparados para a viagem. As transportadoras devem realizar checagens e verificar se a manutenção está em dia.

Atualmente, softwares de gestão de frotas facilitam essa tarefa, controlando o agendamento de manutenções, reparos, trocas de pneus, entre outros. Lembre-se que é crucial também garantir que o carro está bem abastecido. 

Veículos com problemas causam não somente acidentes nas vias como, em muitos casos, obrigam o motorista a fazer reparos de emergência em oficinas clandestinas — que podem danificar o carro —, além de paradas no meio do caminho, colocando em perigo sua integridade e a da carga.

6. Assaltos e roubos de carga

​Os casos de roubos e assaltos em relação ao transporte de cargas são frequentes e, infelizmente, não é possível prever quando uma situação como essa pode acontecer. Assim, o ideal é educar os motoristas e investir em tecnologia para se prevenir de problemas maiores ou evitar ataques.

Oriente seus motoristas a evitar ao máximo parar. Muitos criminosos criam armadilhas para condutores como tentar furar o pneu ou colocar pessoas na estrada em busca de carona ou fingindo estarem acidentadas. Se algum problema acontecer com o carro, como no caso do pneu, o melhor é dirigir mais um pouco e parar mais a frente, em um local seguro. 

Durante as paradas, o veículo deve estar totalmente fechado e a atenção deve ser redobrada em locais de embarque e desembarque de mercadorias, que atraem um grande número de ladrões. Um bom sistema de câmeras ajuda a inibir a ação de criminosos. 

A movimentação de cargas pelas estradas brasileiras apresenta alguns perigos. Porém, uma gestão integrada e eficiente da frota — considerando e avaliando os riscos — contribui para que transportadoras operem com mais segurança e alta performance. 

Gostou do nosso conteúdo? Se você conhece mais algum exemplo de risco no transporte de cargas, compartilhe suas ideias conosco: deixe um comentário!

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